Na conometria singular
Do prazer e da memória
Assim estamos
Assim perdemos
Perdemos o rumo
O rumo da presença
O rumo de quem somos
De quem esperamos ser
De quem nos queremos tornar
A roda do amor é assim
Assim como queremos
Como precisamos que seja
Para atingir um fim
O fim que queremos
Que desejámos
Que temos de atingir
Sem mais
Sem esferas girar
Sem bordados bonitos
Assim, enfim
Simples sem mais
Cá estamos no planeta
Para viver e aprender
Aprender o que nos falta
O que nos falta aprender
Aprender é tão duro
Tão sem jeito
Mas que coisa horrível e tão difícil
Tão relutantes somos
Que horrível esta resistência
Resistência sem qualquer fundamento
Sem qualquer alegria
Que horrível resistência
Que impossibilidade esta
Que martírio
Que loucura
Que forma louca de viver
É só abrir
Abrir a mente
Abrir o pensamento
É desmontar a mente
Esquece o que lá vai
O que lá vai lá vai
Aprende o novo
Desfaz esse pensamento
Essa forma tão ostentosa
Tão horrível de pensar
Sente e deixa-te levar
Sente e liberta-te das amarras
Essas amarras criadas por ti
E só por ti
Elas não existem
Sente e liberta-te
O caminho está a tua frente
Não lhe vires as costas
Sente e vibra
Vibra no amor
Perde a vergonha
Que essa também não existe
Liberta-te dos medos
E vive
Vive sem medo de dizer
Amo-te desde o fundo do meu ser

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