Naquele mundo perdido no horizonte
A tristeza emerge como um fator puro
Puro de infelicidade
De desespero
O que podemos fazer para mudar o infortúnio?
Nada
Simplesmente nada
Apenas aceitar e desprender-se do todo
De todo o afeto
De todo o carinho
De todo o afeto
Afeto que nos amarra
Que tece um pavor em nós
Um pavor de perda
Que leva á tristeza
Que infortúnio
Que miséria
Que devemos tirar daqui
Apenas isto
É assim e será sempre assim
Nada do que possamos fazer muda algo
Porque nada é palpável
Tudo é efémero
Tudo é volátil
Totalmente livre é o universo
Resta-nos aprender a viver
Com a perda
Com a tristeza
Com algo a que estamos apegados
Que fazer?
Tão difícil
Tão perdidos ficamos
Na amargura do apego
Que fazer?
Aprender a viver
Aprender a continuar
Que mais fazer?

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Aquilo que perdemos é inútil
Aquilo que ama-mos é irrelevante
Aquilo que nos move é surreal
Só o que o nosso ser sente é que é real
Real para o nosso ser
Real para o nosso mundo
Para aquele que é nosso
Para o que realmente importa
O que realmente importa
É para nos o que devemos atingir
Atingir sem pestanejar
Sem dúvidas nem incertezas
Apenas devemos seguir o nosso ser
E esquecer o resto
A nossa intuição é que é importante
Aquela voz de dentro de nos
Que nos guia
Que nos leva ao nosso destino
Que nos transporta na nossa viagem
Viagem maravilhosa esta nossa
Sem complicações e sem medos
Basta fluir
Deixar-nos levar pela intuição
E viajar nesta viagem
Neste roteiro maravilhoso
Arrisquem e sigam e o vosso caminho
Entretanto eu vou desbravando o meu
Até já

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Doçura natalícia
Todos esperamos ansiosamente as doçuras natalícias
Cheios de vontade de comer como se não houvesse amanhã
E porquê?
Não há razão para tanto doce
Tanto exagero
Porque exageramos tanto no natal
Somos obrigados ou queremos?
Eu diria que fomos habituados a viver num exagero natalício sem sentido
Não faz sentido nenhum
Empanturramo-nos de doces, guloseimas ou seja o que for
Não podemos viver o ano inteiro com remorsos do ultimo natal
Que tal enchermo-nos de amor a transbordar
Um exagero de amor para todos
Sem ser os que nos estão próximos
Mas para todos
Afinal a casa não é a mesma?
Alguém vive em Marte?
Bem se calhar ainda aparece alguém
Por bem sejam adoráveis uns para os outros este natal
E quem sabe não passam a gostar da sensação
E passam a ser adoráveis o ano todo 🙂

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