No caminho para casa

A caminho de casa penso

Penso em como seria e não seria

Penso nas alternativas todas

Penso em como fazer e não fazer

E mais uma vez penso

Não paro de pensar

Entro sempre no abismo da mente

Não consigo parar

Porque não me apercebi que deixei de viver o momento

Estou numa frequência invisível e iniexistente

Numa dimensão onde nada existe

Crio o meu castelo de cartas e não me liberto

Não deixo fluir a realidade

O momento presente

Encerro-o

Prendo-o

Sem razão

Apenas porque me habituei a isso

A essa “realidade” que não existe

No caminho para casa penso

Paro

Desfruto o momento e capturo-o

E aí reparo que estou a viver o momento

Estou no presente

E fico em paz

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